A noite
passada eu tive um sonho lindo, daqueles que renovam as forças e a esperança.
Sonhei que
estava na companhia de um amigo querido, de longa data, escritor e poeta,
também.
Caminhávamos
por uma rua larga, longa, imensa, quase deserta.
Conversávamos
os assuntos agradáveis da nossa rotina, que nem todos apreciam.
De repente,
estávamos em minha casa.
Uma casa
enorme, bonita, grande,
Como deve
ser uma casa que seja minha.
Estávamos na
garagem, conversando, e um vento forte, avassalador, penetrava por dois vãos,
que tinham a proporção áurea.
Um sonho
lindo, tão simbólico e significativo, tão importante e revelador.
Talvez ele
me traga de volta a certeza que me escapa.
Que se perde
a cada dia, um pouco mais, quase sempre.
E confunde a
minha mente, e me atormenta.
Que pode
novamente me derrotar, mas não me destruir.
Nunca pode,
não será dessa vez.
Entre essa estúpida
possibilidade e o sonho que descrevo
Eu prefiro
ficar com a lembrança adorável que ele me proporciona.
E da presença
do meu amigo querido, de longa data,
Tão hábil e
mago com as palavras, quanto eu.
É por esses
momentos transcendentais;
Que se torna
difícil deitar o lápis;
Com o qual
se escreve

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