Antes de reclamarmos da eficiência alheia, observemos a
nossa, se ela corresponde às nossas exigências e expectativas. As pessoas que
demonstram inaptidão para determinadas tarefas, devem ser compreendidas e ajudadas,
antes de serem criticadas e julgadas aleatoriamente, sobretudo, se demonstram interesse
e esforço em melhorar-se naquilo que fazem. Atrás de uma atendente em dificuldade
com sua tarefa, pode haver a esposa, a mãe, a filha, a irmã, a neta, como única
provedora, naquele momento, dos recursos financeiros da família; pode estar a
pessoa doente, que faz grandes esforços e sacrifícios para manter-se no emprego
e, assim, ganhar a vida honesta e dignamente; pode estar a aprendiz, lidando
com as primeiras experiências da sua nova rotina de trabalho. Enfim, não nos
esqueçamos que, neste mundo, ainda imperfeito, somos todos aprendizes, lutando
para superar nossas limitações, aprimorar nossas qualidades e eliminar nossos
defeitos, podendo, entretanto, nos ajudarmos uns aos outros, ao invés de nos
destruirmos. – g.j.c.jr. 23/5/2017
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