Não acredito no desaparecimento do livro no formato
papel, mas em uma acomodação das várias mídias para atender às demandas do
mercado que, não desaparecem assim, da noite para o dia, vão simplesmente
desaparecendo ou adquirindo novos formatos.
Antes dos livros, as ficções eram publicadas nos
jornais da época sob a forma de folhetim. Quando surgiu o rádio disseram quer
ninguém mais leria jornais, o mesmo se deu em relação ao rádio com o advento da
televisão, e desta, em relação ao computador pessoal.
De modo que há mercado pra tudo. Concluindo, e
reiterando, acho que tudo irá se acomodar e ocupar o seu devido espaço.
A humanidade anda a passos de tartaruga, ela
simplesmente é incapaz de transformações radicais. Porque talvez, em seu subconsciente
carrega o sentimento de culpa por ser o maior predador do meio em que vive e
pelo fato de jamais ter certeza de nada, nem de si mesmo, muito menos de seu destino.

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