De repente
me dá uma vontade louca de vê-la.
E receber de
novo aquele seu abraço forte, apertado, infinito.
E encontrar
aquele seu olhar voltado para o meu, como a se perguntar: você bem podia...?
Mas aqui não
cabe uma pergunta, mas, uma certeza: a de que levarei comigo, de algum modo, a
lembrança do seu olhar e da sua voz.
De repente,
eu me surpreendo a admirá-la, tentando deparar-me com algum defeito seu, que
justifique a loucura de querê-la perto, mas é certo, que, em sua vida não há
espaço, para espera, dúvida, incerteza. Medo, não mais.
Não importa,
porque tocá-la nem é tão importante, e possuí-la, é apenas ilusão do momento.
De repente
me dá uma vontade louca de vê-la.
Basta a sua
presença perto, para que tudo à minha volta se ilumine.
E o estímulo
para viver, renasça, forte, apertado em meu coração, longo.
Como o
caminho que ainda terei de percorrer.
Até um dia
alcançá-la, tomar sua mão...
E
caminharmos juntos.

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