Um escritor
não é um anjo que toca trombetas. Mas é aquele destemido, e verdadeiro consigo
mesmo, que, ao observar e se envolver com a alma humana, tenta entende-la,
esmiuçando-a, desnudando-a, e envolvendo-a em situações as mais diversas, e ao
fazê-lo, vai pouco a pouco transformando tudo isso em palavras que expressam o
que sente, o que pensa e o que é capaz de fazer a alma humana para o bem e para
o mal. Porque quando este mundo se tornar o Paraíso almejado, o que eu duvido,
já não haverá ambiente, espaço e necessidade dos poetas e dos escritores por
aqui. – g.j.c.jr. – 30/4/2015
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