Eles lhe dão
a ração e a ilusão. Procuram mantê-lo ocupado o tempo todo, ciente dos
acontecimentos, mas sem poder alterá-los. Impõem-lhe necessidades que você não possui.
Porque não querem que você pense. E você, vagabundo, derrotado assumido, aceita
a situação. Mas se você não pensa você não cria, se não cria não trabalha, e se
não trabalha, não adquire conhecimento, não transforma, não foge ao padrão
estabelecido, não se liberta. O que eu queria? Mudar o mundo. Na verdade, eu
ainda quero. Eu e mais uma meia dúzia de caras feito eu. E é essa vontade, e
nada, além disso, que me faz sobreviver – g.j.c.jr. – 15/3/2015
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