De
onde vim
Faz-se
a sintonia
Com
o puro e o profano
Luz
e sombra se misturam
Vento
e água se envolvem
Vultos
esparsos
Volitam
E
se aproximam
Insultam,
Suas
vozes ouvidas
Suas
dores escondidas
Reveladas
provocam
Medo
e dor
De
onde vim
O
ar que se respira
É
feito o fel
Que
a sede matou
Daquele
que morto
Nunca
esteve
Porque
é vida
De
onde vim
O
céu, onde fica
Não
se sabe
Alto
e baixo
Silêncio
e som
O
que são? Onde ficam?
De
onde vim
Reverbera
a ausência
Atormenta
a solidão
Caminha-se,
pântano
Refúgio,
sombra
Para
quem? E por quê?
Para Lheon, o
homem do teatro.

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