
Foi das mais infelizes a atitude de Kayne West durante a cerimônia de entrega da premiação do Video Music Award 2009.
Ao invadir o palco, retirar o microfone das mãos da premiada Taylor Swift pra dizer que a cantora Beyoncé deveria ter ganhado no lugar desta o prêmio na categoria de melhor vídeo clipe feminino, West não apenas protagonizou uma enorme indelicadeza, repugnada até pelo presidente Obama. Fez mais expressou publicamente o egoísmo que domina a maioria de nós.
Em nenhum momento o cidadão pensou no ridículo a que expunha Taylor com o seu gesto.
Invadiu a privacidade alheia. Foi egoísta. Pensou apenas em si. Se com seu jeito tresloucado pretendia fazer justiça, acabou fazendo exatamente o contrário.
O assunto nem lhe dizia respeito. Deveria manter-se calado. Ou expressado sua opinião de outra maneira através dos meios de comunicação disponíveis e disseminados.
Às pessoas que faltam inteligência, resta, na maioria das vezes, uma única forma de expressar suas idéias nem sempre dignas de consideração: o fato inusitado, o pitoresco, o vexame. Mas, como todo incêndio, por maior que seja uma hora apaga. Esquece-se, talvez, Kayne West que as vítimas e o público não costumam esquecer as causas do incêndio e seu causador.
Isso prova que o ser humano cada vez mais se supera no seu ato de ser ridiculo. Nós, como pessoa as vezes não enxergamos os nossos limites e nem temos noção do absurdo que cometemos como nesse caso da postagem a cima.
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