Não existe o fim. Porque se há alguma coisa, que não
sabemos definir, mas sabemos existir, que é a causa de tudo, e se é verdade que
esse algo é eterno, então o que se dá é a transformação (por vezes por meio da
destruição aparente), é o aperfeiçoamento constante de tudo, inclusive de nós,
os seres que pensam, sentem e agem, e também deste mundo, ao qual estamos
abrigados atualmente, e, por fim, de tudo mais, tudo o que conhecemos e o que
desconhecemos, ainda.
As mentes invigilantes, os olhos distraídos, se deixam
levar facilmente por hipóteses aventadas, sobre seres outros, astros, palavras
ditas e escritas há séculos, milênios, como se daqueles tempos para o tempo
atual, a vida de todos nós, as nossas crenças, as nossas potencialidades, as
nossas virtudes permaneceram estacionadas, o que não se parece razoável,
considerando que tudo se transforma e evolui.
Melhor seria se deixássemos de olhar demais para o céu e passássemos
a ver mais, sentir mais, o que acontece à nossa volta, diante de nossos olhos,
ao alcance de nossas mãos. Talvez, por nossa conta, conseguíssemos plantar e
colher a nossa felicidade e a nossa paz interior – g.j.c.jr. – 18/3/2017
![]() |
| Reprodução |

Nenhum comentário:
Postar um comentário