Possuímos a arma mais poderosa do mundo,
e não damos conta disso. Ela está em nossas mãos, desde o início. Mas não é uma
arma letal, porém é mais poderosa que qualquer arma nuclear, ou qualquer outra
inventada pelo homem. Ela não destrói,
ela transforma. Ela não faz adoecer, ela cura. Ela não cega, faz enxergar. Ela
não distancia de Deus, aproxima.
Esta arma é a prece. O silêncio não é
uma prece, porque a prece é a energia em movimento, direcionada e com objetivo.
O silêncio propicia e facilita a prece. Conforme André Luiz, no livro
Missionários da Luz, a prece é vibração, energia e poder.
Nós poderíamos transformar o mundo, cada
um de nós, se nos dedicássemos diariamente, um minuto, um instante de nossas
vidas à prece. Independentemente de crença ou religião. Porque, conforme Allan
Kardec, em o Evangelho Segundo o Espiritismo, há um ponto em que todas as
religiões podem convergir, que é o ensino moral do Cristo. Despido de dogmas,
ritos, orgulho e preconceito, o Bem, o Amor, é o mesmo para todos. E é isso o
que importa.
O Cristo Jesus não veio ao mundo para
fundar religião, veio para despertar os homens, para ensiná-los sobre o Amor e
o Perdão, dois sentimentos, duas virtudes essenciais na busca pela felicidade e
pela paz que é a batalha diária de todos nós.
Criássemos o hábito diário da prece, mas
não a prece que se faz com pensamento e palavra, mas, com sentimento, a
sociedade humana seria ainda melhor, o mundo seria melhor, mais leve, mais
bonito ainda.
Mesmo aqueles que nada crêem, poderiam
fazê-lo, porque afinal, se em nada crêem, ao menos em si mesmos talvez creiam,
e se isso for verdade, estarão em contato com o Deus, inteligência suprema,
causa primária de todas as coisas, onipresente, onisciente, porque este Deus,
neles, naqueles que em nada crêem, também está.
Façamos uso da maior e mais poderosa
arma que, sem nenhum esforço, nenhuma exigência, nenhum grau de dificuldade temos
à nossa disposição: a prece.

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