“A felicidade do homem
não está nos bens que ele possua”. Como na maioria das vezes, quando Jesus disse
isso, ele não fora entendido e muito menos aceito.
Mas, pense bem: Se você
é daqueles que emburra porque o ônibus que o levará para o trabalho ou de volta
para casa, atrasa cinco minutos, poderia perfeitamente ser aquele que reclama
de ter que parar no posto de combustível para abastecer o seu automóvel.
Ter ou não ter dinheiro
não determinará se você é feliz ou não.
Recentemente li uma vez
mais o romance O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald, que, entre outras
coisas, conta a história de um ricaço que pra obter a atenção das pessoas
precisa dar festas e mais festas, onde todos comem e bebem e dançam às suas
custas.
Na verdade, isso não
fica implícito no romance, mas é o que percebe o leitor mais atento, que o que
Gatsby queria mesmo era ver se em uma dessas festanças por ele proporcionada
aparecesse a sua doce e linda Dayse, o amor de sua vida, que ele acreditava ter
perdido na juventude porque à época era um pobretão.
De certa forma, o modo
de pensar de Jay Gatsby reflete o nosso, ou, pelo menos, a maioria de nós.
E fica mesmo difícil
pensar de outra forma no mundo em que vivemos, onde apenas as pessoas bem
sucedidas parecem adquirir naturalmente a admiração, o respeito e a
preferência, daquelas outras pessoas que buscam a felicidade a qualquer custo,
imaginando encontrá-las nas aparências sedutoras de uma exitosa vida alheia.
Os filósofos, boa parte
deles, tentaram encontrar respostas ao que se refere à felicidade. Mas acabaram
mesmo criando mais perguntas. Até por que, aprofundar nos assuntos,
desdobrá-los, dar-lhes um novo sentido, uma nova causa, uma nova perspectiva,
esse é o fascinante trabalho dos filósofos, com a ressalva de que consideremos
neste caso o filósofo como aquele que pensa a partir de suas próprias
convicções.
Você pode me fazer
feliz, leitor? Não. E nem eu a você. Ainda bem, não é? Porque ser feliz só
depende mesmo de nós. De cada um de nós. A minha felicidade está em mim. Ou não
está. Ela não está em você, caro leitor, ou em qualquer outra pessoa, senão eu
mesmo.
Talvez seja isso, o que
Jesus quis nos ensinar. Se a minha felicidade depende de mim, então, depende do
meu trabalho, do objetivo que eu estabeleça do meu esforço para alcançá-lo
E quando há uma
sintonia entre o que seja felicidade para mim e o que seja para outra pessoa, é
natural que haja uma aproximação, um envolvimento, entre eu e essa pessoa,
entre ela e mim. A isso, dá-se o nome de amor, o estado do nosso coração e da
nossa mente, ou seja, daquilo de que somos feitos, onde a felicidade, tal como
nos seja possível, neste mundo, se realiza.

É isso ai, então, "bora" alcançar a nossa felicidade, Sejamos e nos Façamos Felizes cada vez mais,felicidade gera felicidade que gera amor, que contagia tudo a sua volta, e no fundo é isso que todos nós sempre queremos...rsrs...Adorei !!
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